A teroria lembra muito um grande sucesso de bilheteria. O filme Matrix, que aborda uma narrativa semelhante à afirmação do diretor do centro de computação evolucionária e design automotivo no laboratório de propulsão a jato da Nasa.
“Encontro uma grande inspiração nessa teoria e vou contar o porquê: ela me diz que estamos a beira de construir um universo simulado e que ele pode se tornar algo vivo dentro de uma simulação. E nossas simulações podem criar simulações. O intrigante é que, se existe um criador para nosso mundo no futuro e ele será nós, significa que ha um criador para nosso mundo e ele também é composto por nós. Isso significa que somos tanto Deus quanto servos de Deus”, afirma o cientista ao site VICE.
A teoria cita também a Lei de Moore, fazendo referência na possibilidade de, em algum momento da história, a evolução do processamento das máquinas, seja possível criar um simulador desse tipo.


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